Desafio Expression

Outubro 27, 2007

Primeiro Impacto – Expression Design

Arquivado em: Críticas, Teste — Tags: — hagaruz @ 3:36 am

Finalmente chegou minha tablet (não é uma wacom, mas serve). fazem umas duas semanas.

Eu já havia testado o Expression Design com uma tablet Wacom, e o resultado (para este trabalho) está sendo o mesmo. O Design, apesar de “martelar” tanto no site que facilita o trabalho com uma tablet, o resultado não é bem este: Enquanto você está riscando (ainda não tirou a caneta da superfície da tablet), o seu risco propriamente dito não é mostrado. Isso mesmo. Quando você risca, fica um traço mais grosso que o seu, cinza, por cima do seu traço, isso prejudica, e muito, quem precisa ver pra onde está indo.

Sendo assim, você precisa ficar pintando como um pincel, com vários traços pra ir vendo como está o trabalho. O grande problema, além disso, é que cada traço é tratado como um objeto separado, um layer separado só pra ele. cada risquinho é tratado como um objeto com cor, textura, fundo, vetores e tudo mais. Quando estamos quase no final do desenho ele já está tão pesado (já vai estar com no mínimo 40 000 objetos, se for um cenário simples como o que eu fiz, com um degradê razoavelmente simples), ele vai estar com uns 3 MB de tamanho.

Isso acontece porque o Expression Blend trata esses objetos também de forma separada, e precisa deles separados para poder animar, ou usá-los para o WPF. Mas nem tente copiar do design e colar no blend. Consome muito processamento, e você não vai conseguir fazer nada no blend, de tão carregado que fica. Afinal, cada zoom é uma ‘passada’ em todos os objetos pra ver que rumo eles vão tomar, deslocamento, objetos por cima e tudo mais.

A solução que encontramos foi converter as figuras que não vão se movimentar para .png, que mantém uma boa qualidade e não é feita de pequenos objetos que carregam a memória. Existe, quando agrupamos os layers, na parte inferior direita do programa um pequeno menu onde dá pra escolher entre mesclar esses objetos, separá-los, interceptá-los, e por aí vai. mas no caso do degradê que eu fiz, ele fica uma cor chapadona, parece que ele envia as cores para trás, sei lá o que ele faz. Ainda não descobri.

 Bom, outro ‘defeito’ que eu percebi foi que, enquanto estamos com o Brush, se clicarmos sobre algum traço, acabamos selecionando ele, e o pincel assume todas as características do traço que clicamos. Isso é muito chato quando estamos pintando próximo à margem, pois acabamos clicando sem querer nela e, quando vamos perceber, os riscos da pintura saem da cor dela, aí toca Ctrl +Z, e tentar clicar sobre algum risco da cor que estamos pintando.

Isso é razoavelmente bom no caso de fazermos degradê, como o que eu fiz na figura em anexo, pois não precisamos ficar buscando a cor na barra de cores, só clica ali na corzinha que está perto e pronto.

Em todo caso, eu vou continuar desenhando no ED, e vamos ver se descobrimos um meio de otimizar esses desenhos. Existe muito pouco material sobre essas ferramentas na net, e menos ainda no Brasil. No Expression Studio, vem um dvd com vários vídeos ensinando a mexer na suíte. recomendo!!

PS: desculpem os posts gigantes, é que tem muita coisa pra escrever, e eu não acho necessário postar mais de um tópico só pra isso.

Galinheiro - cenário

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